Marina Iris canta Wilson Moreira com Chico César, Jorge Aragão e Juliana Linhares no álbum 'Banzo batucada'
Marina Iris dá voz ao compositor Wilson Moreira (1936 – 2018) no álbum 'Banzo batucada – Marina Iris canta Wilson Moreira' Pedro Curi ♫ NOTÍCIA ♬ Gravado no pri...
Marina Iris dá voz ao compositor Wilson Moreira (1936 – 2018) no álbum 'Banzo batucada – Marina Iris canta Wilson Moreira'
Pedro Curi
♫ NOTÍCIA
♬ Gravado no primeiro semestre, o álbum em que Marina Iris canta músicas de Wilson Moreira (12 de dezembro de 1936 – 6 de setembro de 2018) – compositor carioca que faria 90 anos daqui a três meses – tem lançamento programado para 25 de setembro pela gravadora Biscoito Fino.
Feito sob direção artística da cantora carioca, com produção musical de Alaan Monteiro e Alessandro Cardozo, o álbum se chama “Banzo batucada – Marina Iris canta Wilson Moreira” e tem vasto time de convidados, formado por Chico César, Gabrielzinho do Irajá, Jorge Aragão, Juliana Linhares, Marquinho China, Mosquito, Nei Lopes, Teresa Cristina e Zeca Pagodinho.
Quinto álbum solo de Marina Iris, “Banzo batucada” abre e fecha com duas músicas inéditas compostas em saudação ao compositor bamba. “Mestre Wilson sereno” é samba de autoria da própria Marina Iris em parceria com Manu da Cuíca (com quem a cantora lançou em 2017 o álbum “É pretinha”, assinado pelas artistas com Ana Costa). Já “Moringa do Moreira” é composição de Marquinho China e Luiz Carlos Máximo.
Da lavra de Wilson Moreira, Marina Iris canta “Jongo do irmão café” (com Nei Lopes, parceiro do compositor no tema lançado em 1981 na voz do cantor Roberto Ribeiro), “Nãna” (2011) – faixa escolhida para anunciar o álbum em single que será lançado amanhã, quinta-feira, 3 de setembro – e “Alegria perdida” (1974), parceria de Wilson com Candeia (1935 – 1978) gravada por Marina Iris com Teresa Cristina.
Obscura parceria de Wilson Moreira com Zeca Pagodinho, “Moenda velha” (1993) ganha a voz e Marina em feat com o próprio Zeca. Da mesma forma, a cantora dá voz a uma parceria de Moreira com Jorge Aragão, “Quintal do céu” (1986), em dueto com Aragão.
Quando idealizou o álbum em 2025, Marina Iris também pescou a pérola “Omi beijada” (2018), parceria de Wilson Moreira com Luiz Carlos Máximo, apresentada por Wilson no álbum “Tá com medo, Tabaréu” (2018), gravado por Wilson Moreira pouco antes de este bamba portelense ir morar no infinito, a três meses de completar 82 anos.
Como o álbum “Banzo batucada – Marina Iris canta Wilson Moreira” somente será lançado no fim deste mês de setembro, a artista se concentra por ora na promoção do single com a gravação de “Nãna”, música que sintetiza o espírito da obra de Wilson Moreira.
“Além da sonoridade, do suingue e da riqueza melódica, muito característica do Wilson Moreira, a temática da ancestralidade também é muito presente no trabalho. ‘Nanã’ pode ser interpretada como uma música que fala da relação de um casal, mas a gente quer ir além e expressar também a capacidade que o sambista, e todo o brasileiro, tem de driblar, seja com a sua fé, com o seu corpo ou com a sua ancestralidade, as forças contrárias à sua vida plena”, ressalta Marina Iris.
Marina Iris apresenta no álbum 'Banzo batucada' duas músicas inéditas compostas em tributo a Wilson Moreira (1936 – 2018)
Pedro Curi / Divulgação